Organização: Lar Tia Anastácia
O objetivo é criar um ambiente de confiança, coletividade e escuta para adolescentes em vulnerabilidade. Partir da teatralidade (Teatro ambiental/Estética do Oprimido e etc.) para comunicar e problematizar os discursos sobre o território e sobre nossos corpos, enquanto atuantes (atores) nele. Segundo os saberes ancestrais, somos partes do território, da Terra (enquanto viva). O objetivo é facilitar, ancorar esse senso de pertencimento ao território, através de exercícios de libertação do corpo e vivências com o coletivo. Partir de uma lógica ameríndia de Corpo-Território (Eliane Potiguara) e da perspectiva contracolonial (Nego Bispo), para olhar a favela como uma aldeia, um quilombo.